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Politica

Prefeita eleita em Rio da Conceição, Edinalva Oliveira, destaca sobre a importância do protagonismo feminino na política e da defesa dos direitos sociais

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O município de Rio da Conceição, no domingo, 15, elegeu Edinalva Oliveira (PT) como a nova prefeita, uma vitória para cidade e para o partido que destaca sobre importância de candidaturas femininas. A candidata eleita revela estar grata pela conquista e que almeja o melhor para o município. “O sentimento é de gratidão, primeiramente a Deus e a cada um dos eleitores e companheiros de campanha que contribuíram para que esse projeto fosse vitorioso, meu desejo é fazer o melhor por Rio da Conceição”.

A petista salienta que não é de hoje que o partido dos trabalhadores vem atuando na ampliação do protagonismo de mulheres na política, entretanto a mesma ressalta que essa representação precisa aumentar. “O partido dos trabalhadores é o pioneiro na luta por paridade de gênero na política, partido esse que elegeu a primeira mulher presidenta da República. Mas ainda é pequena a representatividade feminina no campo político. Precisamos ampliar os espaços de debate e participação feminina, pois quando a mulher assume esses espaços impacta de forma significativa a vida de todas as famílias”, afirmou.

Como prefeita, Edinalva revela que suas principais metas é explorar as potencialidades do município nas áreas da agricultura e do turismo, pouco aproveitadas na região. “A base do nosso plano está no fortalecimento das políticas públicas para garantia da democracia e dos direitos sociais. Rio da Conceição tem um potencial agrícola e um pólo turístico pouco explorado, acredito que investimentos nessas áreas trará maior desenvolvimento econômico proporcionando mais condições de emprego e renda”, destacou.

Em sua fala, a candidata eleita garante que a população de Rio da Conceição pode esperar um mandato inclusivo e de proximidade. “O povo de Rio da Conceição pode esperar um governo próximo da comunidade aberto ao diálogo, pautado no respeito e no bem comum, com políticas inclusivas e emancipatórias”, pontuou Edinalva.

Fonte / Wanda Citó

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Politica

Deputados do Tocantins aprovam equipes de segurança para ex-governadores

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Os deputados estaduais do Tocantins aproveitaram a última sessão ordinária de 2020 para limpar a pauta da Assembleia Legislativa e votar diversos projetos de lei que estavam na fila. Entre as matérias aprovadas na noite desta quarta-feira (16), está um projeto de lei que concede a ex-governadores do Tocantins equipes de segurança pessoal.

A lei foi proposta pelo atual governador, Mauro Carlesse (DEM). Pelo texto, cada um dos ex-governadores do estado poderá escolher quatro militares estaduais para a própria segurança. Os custos com os salários destas equipes serão pagos pelo Governo do Tocantins e os escolhidos serão designados pelo Secretário-Chefe da Casa Militar que estiver em exercício.

As equipes farão a segurança do político por oito anos para cada mandato que ele tiver cumprido a frente do Poder Executivo.

Nem todos os antigos ocupantes do Palácio Araguaia terão direito ao benefício. O texto aprovado determina que apenas governadores que tenham ocupado o cargo por mais de dois anos podem ser contemplados.

Por este critério, estão aptos a receber as equipes de segurança Marcelo Miranda (MDB), Siqueira Campos (DEM) e Moisés Avelino (MDB).

Os ex-governadores Raimundo Boi, Carlos Gaguim (Podemos) e Sandoval Cardoso não poderão receber o benefício porque nenhum deles permaneceu no cargo por mais de dois anos, uma vez que ocuparam o Palácio Araguaia de forma interina ou em mandatos tampão. O benefício também não se aplica aos ex-vice-governadores ou a chefes de outros poderes que tenham assumido temporariamente o executivo por qualquer razão.

Na mensagem enviada por Mauro Carlesse quando a lei foi proposta, ele justifica que o projeto “visa assegurar que ex-governadores, em virtude do cumprimento da missão de responder pela chefia do Poder Executivo, tenham resguardada sua incolumidade física”. O texto lembra ainda que há um programa semelhante de garantia da segurança de ex-presidentes da República.

Para entrar em vigor, a nova lei precisa ainda ser sancionada pelo governador.

Fonte / G1 Tocantins

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Noticias

MDB de Porto Nacional poderá ter chapa cassada e perder dois vereadores eleitos, casos confirme candidatura-laranja

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MDB de Porto Nacional poderá sofrer uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral – AIJE, caso algum partido ou suplente apresente denúncia sobre as declarações feita em cartório por Dona Terezinha.

“Não fui convocada para participar de convenção partidária e não assinei nenhuma Ata. Não fui consultada sobre a inclusão do meu nome como Terezona. Declaro também que não fiz nenhuma manifestação e pedido de voto […] Não fiz propaganda gratuita de rádio ou qualquer outro meio de comunicação, como redes sociais. Não recebi nenhum material impresso, recursos financeiros e nem mesmo abri conta bancária para fins de campanha eleitoral”, declarou a suposta candidata-laranja.

Conforme a declaração (leia aqui a íntegra) com assinatura reconhecida pela aposentada Terezinha de Jesus, sem nenhum voto, ela foi pegada de surpresa ao saber que o seu nome estaria concorrendo uma das vagas da Câmara de Vereadores de Porto Nacional.

Ao todo, 19 candidatos a vereador do MDB, entre eles 06 mulheres, disputaram as 15 vagas que o Poder Legislativo municipal de Porto Nacional ofertará a partir de 2021 e juntos conseguiram 3.476 votos, o suficiente para eleger Geylson Neres com 641 votos  e Jefferson Lopes com 579 votos, deixando ainda na primeira suplência o Professor Sebastião com 543 votos. A soma dos votos das 06 mulheres candidatas do MDB foi de apenas 186 votos.

“Se algum partido interessado em Porto Nacional ou candidato que não foi eleito e for suplente é só entrar com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral – AIJE e será possível que casse os mandatos de todos os candidatos do MDB porque se cair uma, cai a chapa inteira, não só pela proporcionalidade de homens e mulheres, mas pelas fraudes que houveram na candidatura do MDB. Isso é seríssimo!”, explicou advogado especialista em direito eleitoral consultado pelo Portal Atitude.

A reportagem tentou contato com o prefeito de Porto Nacional, Joaquim Maia (MDB) para comentar sobre o assunto, porém não teve resposta, mas reserva espaço para qualquer manifestação do partido.

 

por Wesley Silas / Portal Atitude.

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Brasil

Balanço final da Operação Eleições 2020, da Polícia Militar, registra 71 ocorrências relacionadas a crimes eleitorais no Tocantins

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Segundo o balanço final da Operação Eleições 2020, realizada pela Polícia Militar, durante o domingo de votação, 15, foram registradas 71 ocorrências relacionadas à crimes eleitorais, em todo o Estado. Desse total, 56 pessoas foram presas ou conduzidas para prestarem esclarecimentos sobre a conduta. Para a operação, foi empregado um efetivo de 1650 policiais militares diretamente nas eleições nos 139 municípios tocantinenses.

Operação Eleições 2020

Durante a operação, 10 pessoas foram autuadas cometendo crimes comuns relacionados às eleições, tais como: ameaça (5), furto (2), lesão corporal (1) e vias de fato (2). Foram registradas 6 ocorrências de homicídio tentado contra candidatos (Estes crimes estão sendo investigados pela Polícia Civil, podendo ao final da investigação, não caracterizar a tentativa de homicídio). 52 crimes eleitorais, como boca de urna (18), compra de votos (11), desobediência às ordens da justiça (12), desordem (6), falsidade ideológica (1) e transporte de eleitores (3), além de 2 incidentes (incêndios) de Segurança Pública e Defesa Social no entorno dos locais de votação.

No total, 4 armas, uma quantia de R$ 3.421 em dinheiro, 6 veículos e cerca de 5 mil em material de campanha, foram apreendidos na operação. De acordo com o levantamento, a Polícia Judiciária instaurou 6 inquéritos e lavrou 12 termos circunstanciados de ocorrência.

Em Colméia, após receber uma denúncia de transporte de eleitores, uma equipe da Polícia Militar deslocou até a Avenida Guaraí, para averiguar a situação. No local, os policiais encontraram a autora e o veículo utilizado, parados no meio da rua. Após questionamentos, a autora negou a prática e disse que o passageiro que estava no seu veículo, uma idosa, passou mal e teria sido levada para o hospital. No entanto, a situação foi averiguada pela guarnição e não foi confirmada pelos funcionários do Hospital Municipal. Diante dos fatos, os policiais conduziram o veículo e a condutora para a sede do Pelotão.

Em Nova Olinda, área da 3º Companhia Independente da Polícia Militar, uma guarnição foi acionada para atender uma ocorrência de vias de fato, registrada no Colégio Estadual Hélio de Sousa Bueno, local de votação, onde estava ocorrendo um desentendimento entre um funcionário do Tribunal Regional Eleitoral e um indivíduo. Chegando ao local, onde já se encontrava uma equipe da Polícia Civil, segundo relato de testemunhas, um dos envolvidos, que era advogado de um dos candidatos à eleição, se desentendeu com um funcionário da Justiça eleitoral, vindo a entrar em luta corporal. O delegado de Polícia Civil conduziu os envolvidos até a Delegacia de Nova Olinda para serem tomados os procedimentos cabíveis.

Policiais militares durante Operação Eleições 2020 na área do 4º BPM

Já em Araguaína, um eleitor foi conduzido ao posto da Polícia Federal por tentar votar duas vezes, alegando que quem havia votado anteriormente teria sido seu irmão gêmeo. Após denúncia, a guarnição constatou que se tratava de crime eleitoral previsto no artigo 309 do código eleitoral, pela tentativa de votar duas vezes. Diante das circunstâncias, o autor foi conduzido ao posto da PF onde foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência.

O Coordenador Geral da Operação e Chefe do Estado Maior da Polícia Militar, coronel Márcio Antônio Barbosa ressaltou o empenho de toda a tropa mobilizada na operação. “Policiais dedicados e abdicados que se dispuseram mais uma vez a deixar suas casas e suas famílias para atuarem como garantidores do direito do cidadão, na maior expressão do exercício da cidadania, o voto”, ressaltou.

Para o comandante geral da Polícia Militar no Tocantins, coronel Jaizon Veras Barbosa, a eleição foi considerada tranquila apesar dos registros: “Eleições municipais costumam ser bastante acirradas, e este ano podemos dizer que apesar dos registros, tivemos um pleito tranquilo e isto também está atribuído ao apoio completo que a polícia militar tem recebido do Governo do Estado,  e ao trabalho organizado, com antecedência, dos órgãos de segurança que não mediram esforços para garantir uma votação segura aos cidadãos que puderam comparecer aos ambientes onde um grande efetivo da PM estava pronto para atender as intercorrências”, destacou.

Policiais militares escoltando urnas eletrônicas após votação

 

Fotos: Polícia Militar

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