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WhatsApp: usuários aderem mensageiro rival após mudança de política

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WhatsApp: usuários aderem mensageiro rival após mudança de política

 

O número de downloads do Signal, mensageiro “ultrasseguro” e rival do WhatsApp, cresceu consideravelmente nesta semana. A plataforma veio ao Twitter nesta quinta-feira (7) dizendo estar entusiasmada com o grande número de cadastros, e ciente de atrasos no envio de códigos de verificação do mensageiro, dado o grande número de contas criadas nos últimos dias.

A popularidade do Signal ficou em evidência após o CEO das companhias multimilionárias Tesla e SpaceX Elon Musk publicar para seus mais de 41,5 milhões de seguidores no Twitter a mensagem “Usem Signal”. O tuíte de Musk foi postado logo depois do WhatsApp divulgar suas novas e controversas políticas de privacidade. A mudança nos termos de uso do app obriga que usuários aceitem o compartilhamento de suas informações com o Facebook, caso queiram continuar utilizando o mensageiro.

Número de downloads do app de mensagens Signal aumenta e pode ter relação com mudança de política do WhatsApp; saiba mais — Foto: Rubens Achilles/TechTudo

O bilionário Elon Musk publicou dois tuítes em sequência, nesta quarta-feira (6), em alusão às empresas do Facebook. O primeiro alfinetou a rede social, e o segundo, o mensageiro. Sem mencionar as companhias diretamente, Musk publicou um meme com peças de dominó que relacionavam a proposta inicial do Facebook de classificar mulheres em “gostosas ou não” na universidade aos acontecimentos recentes da invasão de extremistas ao Congresso dos Estados Unidos. Logo em seguida, Musk publicou “usem o Signal”.

Como enfatiza o site americano The Verge, não está claro se o bilionário está ciente das mudanças de privacidade do WhatsApp, que passam a vigorar dia 8 do próximo mês. Dentre as novas políticas do mensageiro estão uma maior integração entre o Facebook e o WhatsApp, deixando claro a intenção do app de mensagens em compartilhar dados de usuários com empresas parceiras do Facebook.

Alguns dos dados que poderão ser compartilhados pelo mensageiro com a rede social são o endereço de IP do usuário, número pessoal de telefone, foto de perfil, informações como o “visto por último” dos status, atividades realizadas no WhatsApp — incluindo como o usuário interage com outras contas e empresas no mensageiro —, além de sua lista de contatos.

Não está claro se o número de usuários do Signal cresceu por conta do tuíte de Musk ou em resposta às novas políticas de privacidade adotadas pelo WhatsApp. Vale lembrar que tanto o Facebook quanto o WhatsApp se envolveram em atritos com a Apple recentemente, depois que a companhia da maçã divulgou melhorias em privacidade na atualização do iOS. Dentre as melhorias estão novas regras anti-rastreamento, além de exigências que determinam que apps na App Store deixem em evidência as permissões requeridas e quais dados dos usuários são coletados.

Em resposta enviada para o site americano The Verge, o WhatsApp diz que “continua profundamente comprometido em proteger a privacidade das pessoas” e que as novas políticas de privacidade do mensageiro não vão afetar “a forma como as pessoas se comunicam em particular com amigos ou familiares” no WhatsApp.

Fonte: WhatsApp: usuários aderem mensageiro rival após mudança de política – TecnoTriks

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Público-alvo: o que é e como definir!

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Público-alvo é o segmento do mercado que a sua marca quer atingir. Estratégias e campanhas não são mais criadas para atingir todo mundo, mas apenas um grupo de consumidores com perfil demográfico, comportamental e psicográfico semelhante.

“Quem quer agradar todo mundo acaba não agradando ninguém”. Quem diria que aquele conselho de mãe serviria também como lição de marketing?

Essa frase nos ajuda a entender a importância da definição do público-alvo no lugar da comunicação de massa: se você mira em todo mundo, não se comunica com quem realmente interessa.

Foi a partir do Marketing 2.0, como aponta Philip Kotler, que as empresas perceberam que os consumidores não eram uma massa homogênea. Havia ali grupos com características em comum, que passaram a ser o foco das marcas.

Assim surgiu o conceito de público-alvo: o grupo de consumidores para quem a marca direciona suas estratégias e campanhas, a fim de atender suas necessidades e desejos e tornar seus esforços de marketing mais eficientes.

Agora, se você quer entender melhor por que o público-alvo deve estar no planejamento das suas estratégias e como fazer isso, siga com a gente. Você vai saber tudo sobre:

O que é público-alvo?

Público-alvo é um grupo de consumidores com características em comum que a empresa identifica no mercado e para quem direciona suas estratégias e campanhas. Também pode ser chamado de target (em inglês), segmento-alvo ou ainda mercado-alvo.

Sua definição começa com a segmentação de mercado. O mercado é fatiado em segmentos com perfil semelhante, de acordo com características demográficas e comportamentais (idade, gênero, escolaridade, estilo de vida, personalidade etc.) que importam para a empresa e influenciam decisões de consumo.

Mas, é claro, não pense que essas características saem da cabeça de quem trabalha com marketing… É preciso mergulhar nas pesquisas e análises de mercado para conhecer as pessoas.

Depois de identificar os segmentos, a empresa seleciona aquele(s) em que deve mirar, a fim de alcançar pessoas que tenham mais afinidade com a marca e mais chances de virarem clientes. Então, o plano de marketing, as campanhas ou peças de comunicação são direcionados a esse segmento.

Na hora de definir o público de um anúncio no Google Ads e no Facebook Ads, por exemplo, as características do público-alvo são selecionadas na segmentação da mídia para que a campanha alcance exatamente quem a empresa deseja, ou seja, quem tem mais chances de se interessar pelo anúncio e converter.

 

Por que definir um público-alvo?

Definir um público-alvo já é algo comum nas estratégias de marketing e publicidade. Mas nem sempre foi assim. Antes não se pensava que os consumidores tinham perfis, interesses e comportamentos diferentes.

O marketing de massa era pensado para todos de forma homogênea. As marcas só queriam que a divulgação do produto chegasse até a sociedade — e isso bastaria para despertar o seu interesse.

Porém, ao longo do tempo, ficou claro que grande parte dos esforços acabavam desperdiçados. Era como dar um tiro de canhão para acertar uma mosca…

O investimento nos veículos de massa era muito grande para atrair poucos interessados, e a comunicação com o público ainda falhava — ao querer falar com todo mundo, não falava com ninguém (lembra da frase no começo desse texto?).

Portanto, a segmentação de mercado e o público-alvo transformaram o marketing, que agora se volta para a compreensão do comportamento dos consumidores e a criação de estratégias e soluções específicas para eles.

Vamos ver quais benefícios essa mudança trouxe para as marcas:

 

Quais são as bases da segmentação do público-alvo?

A segmentação do mercado é baseada em uma série de variáveis. Se você disser que quer vender para mulheres acima de 60 anos, por exemplo, essa definição é muito ampla e está mais próxima da comunicação de massa do que da comunicação segmentada.

Por isso, é importante fazer vários recortes no mercado e identificar quais segmentos têm mais afinidade com a sua marca. Agora, vamos ver quais são as principais variáveis de segmentação que você pode usar na definição do público-alvo:

  • Geográfica: país, região, estado, cidade, tamanho da cidade, rural/urbana, residencial/comercial, densidade, clima;
  • Demográfica: idade, gênero, tamanho da família, ciclo de vida familiar (solteiro, casado com/sem filhos etc.), renda, condição socioeconômica, ocupação, escolaridade, geração, religião, raça, nacionalidade;
  • Psicográfica: estilo de vida (saudável, minimalista, romântico, criativo, militante etc.), personalidade (sociável, autoritário, conservador etc.), valores, interesses, preocupações;
  • Comportamental: status de usuário (regular, em potencial, ex-usuário etc.), intensidade do uso, status de lealdade, estágio de propensão (alheio, informado, interessado, intencionado etc.), sensibilidade ao marketing (qualidade, preço, promoção etc.), motivação (economia, conveniência, prestígio etc.).

No caso de empresas B2B, as variáveis são diferentes, já que se referem às características empresariais. Veja quais são as principais:

  • Segmento de atuação;
  • Porte da empresa;
  • Faturamento;
  • Número de funcionários;
  • Localização;
  • Maturidade no mercado.

 

O público-alvo não é uma mera descrição de características de um grupo de consumidores. Para que essa ferramenta de marketing realmente funcione, ela depende de muita pesquisa e um olhar apurado sobre o mercado. Só assim você vai encontrar as melhores oportunidades e mirar no público certo para ter sucesso nas estratégias de marketing

 

 

Fonte: Público-alvo: o que é e como definir! – TecnoTriks

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Facebook concorda em restaurar compartilhamento de notícias na Austrália após governo alterar proposta de lei

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Facebook estava fazendo bloqueio sobre o conteúdo de notícias no país da Austrária, por causa um projeto de lei que deve ser votado em breve. A proposta exige que grandes empresas de tecnologia façam acordos de compartilhamento de receita com editores, para o conteúdo postado em suas plataformas de mídia social.

Durante esse tempo de restrições, os editores australianos foram impedidos de compartilhar ou postar conteúdo nas páginas do Facebook, e os usuários na Austrália não conseguiram visualizar ou compartilhar notícias australianas ou internacionais.

O bloqueio feito pelo Facebook tinha como objetivo demonstrar a necessidade de mais clareza na proposta de lei, e parece que conseguiu. O tesoureiro australiano, Josh Frydenberg, disse que mudanças foram feitas para “fornecer mais clareza às plataformas digitais e empresas de mídia de notícias sobre a forma como o Código se destina a operar e fortalecer a estrutura para garantir que as empresas de mídia de notícias sejam remuneradas de forma justa”.

As alterações agora incluem um período de mediação de dois meses, para permitir que plataformas digitais e editores entrem em acordo antes de serem forçados a entrar em arbitragem. Também serão considerados acordos comerciais que as plataformas já fizeram com os editores locais, antes do governo decidir se a nova regra se aplica a eles – e a decisão será comunicada com um mês de antecedência antes de chegar a uma decisão final.

O diretor-gerente do Facebook Austrália e Nova Zelândia, William Easton, disse estar satisfeito com as mudanças e acrescentou que elas abordaram as “principais preocupações do Facebook sobre permitir acordos comerciais que reconheçam o valor que nossa plataforma oferece aos editores em relação ao valor que recebemos deles”.

Com isso as páginas de notícias australianas devem ser restauradas nos próximos dias.

 

Fonte: Facebook concorda em restaurar compartilhamento de notícias na Austrália após governo alterar proposta de lei – TecnoTriks

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WhatsApp anuncia mais informações sobre a atualização dos Termos de Serviço

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WhatsApp anuncia mais informações sobre a atualização dos Termos de Serviço

 

A primeira tentativa do WhatsApp de atualizar seus Termos de Serviço, em janeiro, gerou uma grande confusão em todo o mundo, fazendo com que o serviço inclusive adiasse seus planos. Pra tentar amenizar os danos, numa nova tentativa, o aplicativo lançou agora novas explicações sobre a futura mudança de compartilhamento de dados:

“No início deste ano, percebemos que muitas pessoas ficaram confusas após anunciarmos a atualização dos nossos Termos de Serviço e da Política de Privacidade […] Refletimos bastante sobre o que poderíamos fazer melhor e queremos que todos saibam e confiem no nosso compromisso contínuo na defesa do uso da criptografia de ponta a ponta e na proteção da privacidade e da segurança das suas conversas. Assim, começamos a usar o recurso Status para compartilhar nossos princípios e atualizações diretamente no WhatsApp. Esse é o primeiro passo de muitos outros que virão para que possamos nos comunicar com ainda mais clareza com todos”.

Isso inclui novas solicitações e informações mais detalhadas em conversas com contas comerciais (como visto na imagem acima), e novos banners no aplicativo, fornecendo mais informações sobre a mudança.

 

Além disso, o WhatsApp tem publicado informações rápidas em vários idiomas em seu perfil no Twitter:

O WhatsApp tem um compromisso com sua privacidade. E sempre terá. Suas conversas pessoais com amigos e familiares ficam só entre vocês. Nem mesmo o WhatsApp pode ler ou ouvi-las. Queremos dar mais detalhes sobre nossas práticas de dados e sobre conversas com empresas no WhatsApp. Os novos Termos de Serviço entram em vigor em 15 de maio de 2021. Reserve um tempinho para lê-los até essa data.

Toda a confusão que a empresa está tentando esclarecer agora, fez com que milhões de usuários baixassem outros aplicativos de mensagem nas semanas seguintes ao primeiro anúncio. E nesse novo anúncio a equipe do WhatsApp inclusive fez um parágrafo dedicado à essa questão:

“Durante esse tempo, também entendemos que algumas pessoas podem querer testar os serviços oferecidos por outros aplicativos de mensagens e sabemos que alguns dos nossos concorrentes afirmam que não podem ler as conversas de seus usuários. É importante lembrar que se um aplicativo não oferece criptografia de ponta a ponta por padrão, isso significa que ele pode ter acesso ao conteúdo das suas mensagens. Outros concorrentes afirmam que são melhores porque têm acesso a ainda menos dados do que o WhatsApp. Nós acreditamos que as pessoas estão buscando um aplicativo que seja seguro e confiável, mesmo que para isso seja necessário que o WhatsApp tenha acesso a dados limitados. Antes de tomar uma decisão, levamos em consideração vários aspectos e continuaremos desenvolvendo novas maneiras para manter nosso compromisso de usar cada vez menos dados e não mais”.

Como lembrado pelo WhatsApp, os novos Termos de Serviço entram em vigor em 15 de maio. Em resumo, os usuários que se recusarem a aceitar a nova política poderão continuar usando o aplicativo por algumas semanas, mas de forma limitada: “Por um curto período, esses usuários poderão receber chamadas e notificações, mas não poderão ler ou enviar mensagens do aplicativo”.

Além do novo anúncio, que pode ser lido na íntegra aqui (em português), o WhatsApp disponibilizou um artigo respondendo as principais questões sobre a atualização dos termos, sobre o que vai mudar e o que não vai, que pode ser lido aqui (também em português).

 

 

Fonte: WhatsApp anuncia mais informações sobre a atualização dos Termos de Serviço – TecnoTriks

 

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