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Mercado do futuro: Energisa e Senai abrem vagas para Curso de Internet das Coisas

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Inscrições são gratuitas e estão abertas até a próxima terça-feira, 14

A Energisa e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) estão com 25 vagas abertas para o Programa Jovem Aprendiz. Os selecionados assinam um contrato especial de até dois anos com carteira assinada e terão acesso ao curso técnico de Internet das Coisas, que busca preparar o aluno para desenvolver e implantar soluções com sistemas embarcados (embutidos em microprocessadores).

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até a próxima terça-feira, 14 de setembro, pelo portal de carreira do Grupo Energisa (clique aqui). A Energisa tem como um de seus objetivos potencializar a formação profissional, fortalecendo o conhecimento técnico e gerando oportunidades de empregabilidade e crescimento.

Serão disponibilizadas vagas a jovens de 18 a 22 anos e pessoas com deficiência de qualquer idade nos estados do Rio de Janeiro, Mato Grosso, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Acre e Tocantins. É necessário ter concluído o Ensino Médio.

No Tocantins, as aulas serão 80% no modelo EAD e a parte prática será na unidade do Senai em Palmas. É a oportunidade de começar a trajetória para construção da carreira, vivenciando o mundo real de trabalho em uma empresa.  O aprendiz será acompanhado durante todo o programa por um mentor, que vai traduzir o que o aluno aprende no curso para o contexto do mundo do trabalho.

O Programa de Aprendizagem 4.0 do Senai busca ofertar a aprendizagem em um formato digital e inovador, reunindo competências técnicas requeridas pela Indústria 4.0, e competências socioemocionais, fundamentais para o mundo do trabalho de hoje.

O diretor de Gente do Grupo Energisa, Antonio Negreiros, considera que o projeto é uma oportunidade para os jovens iniciarem suas carreiras. “Esse é o primeiro passo para que esses jovens possam ser inseridos no mercado de trabalho, com competências e conhecimentos em tecnologias que são diferenciais. Recebemos anualmente cerca de 550 aprendizes, sendo a porta de entrada para o desenvolvimento de uma futura carreira”, afirma o executivo.

Sobre a Energisa

Com 116 anos de história, o Grupo Energisa é o maior privado do setor elétrico com capital nacional e o também o maior na Amazônia Legal. Uma das primeiras empresas a abrir capital no Brasil, a companhia controla 11 distribuidoras em Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo, Paraná, Rondônia e Acre. O Grupo atende a 8 milhões de clientes (o que representa uma população atendida de mais de 20 milhões de pessoas) em 862 municípios de todas as regiões do Brasil, além de gerar cerca de 20 mil empregos diretos e indiretos.

 Com a missão de transformar energia em conforto, desenvolvimento e oportunidades de forma sustentável, responsável e ética, a Energisa atua com um portfólio diversificado que engloba distribuição, transmissão, serviços para o setor elétrico (Energisa Soluções), serviços especializados de call center (Multi Energisa), comercialização de energia (Energisa Comercializadora), soluções em energias renováveis (Alsol) e agora a fintech Voltz, que entra no mercado de contas digitais.

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Deputado Professor Júnior Geo questiona fechamento de UTIs e gastos de R$ 468 milhões

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Por Marimar Aiala

Preocupado com as condições precárias da saúde no Tocantins, o deputado estadual, Professor Júnior Geo (PROS) questionou o porquê do fechamento das UTIs de Porto Nacional que atendiam pacientes com COVID-19, durante pronunciamento nesta terça-feira, 21. O que o Governo do Tocantins fez com R$ 433 milhões enviados pelo Governo Federal?“ perguntou o parlamentar.

Por que?

“Por que essas UTIs foram fechadas? Por que despejaram do leito, o paciente Silvano do Hospital Regional de Porto Nacional? Por que a empresa terceirizada não recebeu o pagamento e deixou dezenas de profissionais da saúde sem recebimento de seus salários trabalhados?” – questionou o deputado.

 

Sem UTI

 

O Professor Júnior Geo solicitou resposta também do porquê os hospitais regionais de Paraíso, Porto Nacional, Miracema, Guaraí, Dianópolis seguem sem UTI, enfrentando todo o tipo de dificuldades. “Por que as UTIs não foram mantidas ou instaladas? Onde estão as UTIs para as demais doenças? Por que faltam insumos para tratamento de saúde dos tocantinenses?” – continua indagando o deputado, informando que ele tem recorrido ao Ministério Público Estadual para buscar auxílio e valer os direitos da população.

 

Portal da Transparência

 

Recursos do Governo Federal destinados ao Tocantins para combate à Covid-19, dados disponíveis no Portal da Transparência:

ANO ESTADO MUNICÍPIOS TOTAL
2020 155 milhões 215 milhões 370 milhões
2021 29 milhões 34 milhões 63 milhões
TOTAL Governo Federal     433 milhões
TOTAL Governo Estadual Portal da Transparência SECAD-TO 35 milhões

468 milhões

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Em Porto Nacional, homem é preso pela PM após anunciar venda de motocicleta furtada na internet

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A Polícia Militar prendeu na noite de segunda-feira, 20, na Rodovia TO – 050, Parque do Trevo, na cidade de Porto Nacional, um homem de 25 anos, pelo crime de receptação.  O suspeito foi detido no momento em que tentava vender a motocicleta furtada.

Policiais Militares do 5º Batalhão de Polícia Militar, após informações repassadas pela Agência Local de Inteligência (ALI) do 5º BPM, chegaram ao suspeito depois que ele anunciou na internet, em um grupo de feirão do Facebook, a motocicleta Yamaha/Facto YBR125 com restrição para furto/roubo. A equipe policial deteve o suspeito em flagrante, no momento em que ele tentava comercializar o veículo.

Depois de ser abordado, o homem informou aos policiais militares que não tinha conhecimento da restrição da motocicleta, e que havia pago por ela o equivalente a R$ 2.800,00 em Taquaralto, região sul de Palmas. O indivíduo recebeu voz de prisão e foi apresentado na Delegacia de Polícia Civil, onde foi autuado em flagrante pelo crime de receptação.

Fonte: PM-TO

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Gaeco e forças de segurança realizam operação em seis cidades para desarticular núcleo do PCC que atuava no tráfico de drogas

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Tocantins (Gaeco/MPTO) comandou a Operação Collapsus, deflagrada nesta terça-feira, 21, em seis cidades do Tocantins, Pará e São Paulo, com o objetivo de desarticular, em nível operacional e financeiro, um núcleo criminoso vinculado ao Primeiro Comando da Capital (PCC) que atuava no tráfico de drogas no Tocantins.

A operação contou com colaboração de agentes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), Grupo de Operações Penitenciárias (Gope), Grupo de Operações Táticas Especiais (Gote), Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), 4º Batalhão da Polícia Militar, Secretaria Estadual da Cidadania e Justiça (por meio da Inteligência do Sistema Penitenciário) e das polícias civis do Pará e de São Paulo.

Na operação, 19 mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão foram cumpridos, em endereços particulares de Palmas (TO), Redenção (PA) e Angatuba (SP) e dentro de cinco unidades prisionais: Casas de Prisão Provisória (CPPs) de Palmas, Paraíso do Tocantins e Miracema do Tocantins, Unidade de Segurança Máxima de Cariri do Tocantins e Unidade Penal Feminina de Palmas. Três contas bancárias vinculadas ao núcleo foram bloqueadas, com vistas a também desarticular a atuação do grupo.

Nas unidades prisionais vistoriadas, não foram encontradas armas, drogas nem aparelhos celulares.

A operação resulta de investigações que vêm sendo realizadas pelo Gaeco/MPTO desde 2020, amparadas em interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça. Conforme as investigações, o grupo é composto por pessoas que exercem funções de destaque dentro do PCC, sendo que 13 do total de 19 integrantes desempenham suas funções de dentro das unidades prisionais – alguns com alto poder de articulação junto à cúpula do PCC nacional.

Dentre os integrantes do núcleo que não se encontravam aprisionados, quatro foram presos durante a operação desta terça-feira, 21. Outros dois, que também contavam com mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão, morreram anteriormente, em confronto policial.

Por meio das investigações realizadas pelo Gaeco, foi possível identificar os faccionados e suas funções dentro do grupo criminoso, desarticular um crime de sequestro, desarticular um plano de atentado a integrante de uma facção rival e promover apreensões de entorpecentes em Palmas e Gurupi.
Fonte/MPE-TO

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