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“População Foi Enganada na Mão Grande com Promessas de Pontes em Porto Nacional e Xambioá”, Diz Amastha

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O candidato a governador da Coligação “A Verdadeira Mudança” na eleição suplementar do dia 3 de junho, Carlos Amastha (PSB), criticou, no último Domingo, 13 de maio, o trabalho de enganação sistemático promovido por vários políticos do Estado à população nos casos das pontes de Porto Nacional e de Xambioá. As duas obras foram anunciadas pelas gestões estaduais do Tocantins, por senadores que hoje concorrem a governador e até por presidente e ex-presidente da República, mas jamais saíram do papel.

“O que fizeram com as populações dessas duas cidades e com a população de todo o Tocantins é criminoso. Eles mentem e mentem no intuito de ganhar votos e obter capital político. A ponte de Porto Nacional está quase interditada e a nova obra não tem nenhum tijolo, embora atos de governo e promessas tenham sido feitos várias vezes”, ressaltou Amastha.

Mentiras de Vicentinho e Marcelo Miranda

Para o candidato, que é ex-prefeito de Palmas, as falsas promessas de obras públicas necessárias são das ações mais condenáveis da velha política. Amastha destacou que aquela ponte é fundamental para o escoamento da produção do Tocantins, sendo uma obra vital da infraestrutura do Estado. “Estive em um debate franco com os produtores rurais em evento da Aprosoja-TO (Associação dos Plantadores de Milho e Soja do Tocantins) na semana passada e falei sobre as mentiras que o senador Vicentinho Alves e o governador cassado Marcelo Miranda contaram sobre essa ponte”, destacou, ao lembrar que ambos chegaram a fazer cerimônia de assinatura de contrato para a construção da ponte.

O candidato destacou que o ato realizado na segunda-feira 23 de outubro de 2017 foi uma das maiores farsas da história do Tocantins. “Marcelo Miranda, Vicentinho, Mauro Carlesse, Dorinha e um monte de políticos montaram um baita de um palanque com dinheiro público para discursar e enganar o povo, dizendo que a obra estava começando. Mentiram na mão grande, na maior cara de pau”, ressaltou o candidato.

Ponte será prioridade da gestão Amastha

O ex-prefeito de Palmas salientou que na sua gestão a ponte será prioridade, mesmo que a obra tenha que ser começada com recursos próprios. “Vamos revisar o projeto, se necessário, e vamos fazer a ponte de alguma forma. Não vamos fazer politicagem barata, só anunciaremos quando tivermos coisas concretas”, destacou o candidato.

Ele lamentou que esse assunto da ponte tenha se arrastado por tantos anos. “Na eleição de 2014 se prometia essa ponte e nada. Não levaram a sério a população. Fazem discursos, fazem as pessoas sonharem, mas tudo na base da fumaça, das coisas que não existem”, ressaltou Amastha, ao lembrar que o governo do Estado teve “a cara de pau” de divulgar que a construção da nova ponte sobre o Rio Tocantins em Porto Nacional geraria 500 empregos diretos.

Ponte de Xambioá, da esperteza à malandragem

Amastha lembrou que o caso é semelhante ao da promessa da construção da ponte de Xambioá, que ligaria a cidade com São Geraldo (PA), acabando com a travessia de balsa que se arrasta no local há várias décadas. Esta obra foi anunciada por parte da bancada tocantinense no Congresso Nacional e lançada pelo presidente Michel Temer (MDB) em cerimônia feita em agosto do ano passado. No entanto, nada ocorreu, nenhuma estaca foi posta e não há previsão da construção da ponte, estimada em pouco mais de R$ 170 milhões. “No momento, a gente vê troca de críticas e acusações do senador Vicentinho e do deputado Gaguim, que diz que o dinheiro reservado sumiu. A grande realidade é que nunca houve esse dinheiro e tudo não passa de mais mentiras por parte deles”, ressaltou Amastha.

O candidato salientou que a enganação por causa dessa ponte também é histórica e lembrou que, na campanha de 2014, na qual buscava a reeleição, a senadora e a agora candidata a governadora Kátia Abreu havia prometido a construção dessa ponte. “Claro que nada aconteceu e agora, quatro anos depois, olha só que coisa: volta a história da ponte de Xambioá. Esse tipo de político joga com a esperteza, com a malandragem”, ressaltou Amastha.

Sobre a obra, Amastha salientou que ele tem um custo elevado, mas entende que para ele sair do papel é fundamental uma união das quatro partes interessadas, com divisão de custos e tarefas. “Proponho um debate sério envolvendo o governo federal, o governo do Tocantins, o governo do Pará e a iniciativa privada. Com planejamento e seriedade, é possível fazer a obra. Mas para isso tem que deixar a politicagem suja e barata de lado”, ponderou o candidato.

 

Fonte : Tocnoticias

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MPTO recomenda que município de Monte de Carmo promova ações voltadas aos animais de rua e ao controle de zoonoses

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Pelo fato de não existir no município de Monte do Carmo lei específica para o controle de zoonoses nem plano de ação relacionado aos animais domésticos em situação de abandono, o Ministério Público do Tocantins (MPTO) emitiu, nesta sexta-feira, 7, recomendação ao prefeito, orientando que sejam editadas normativas da área de Vigilância em Saúde contemplando estes temas.

Na recomendação, o município é orientado a estabelecer Plano de Ação que contemple o recolhimento e transporte de animais em situação de rua e a execução de atividades e estratégias de controle da população de animais, como forma de conter a propagação de zoonoses – que incluem as doenças transmitidas de animais para seres humanos, a exemplo da raiva, leishmaniose e toxoplasmose.

A recomendação destaca a relevância destas medidas para a saúde pública e explica que elas estão fundamentadas em portaria do Ministério da Saúde.

Também recomenda-se que a gestão municipal promova atividades e estratégias de educação em saúde visando a criação e a posse responsável de animais, em termos da prevenção de zoonoses.

Após o recebimento do documento, o município de Monte do Carmo terá prazo de 10 dias para responder sobre o acatamento dos termos recomendados.

A recomendação foi emitida pelo promotor de Justiça Luiz Antônio Francisco Pinto, que atua na área da defesa da saúde na Comarca de Porto Nacional.

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Relator do processo contra chapa de Carlesse no TSE quer multar governador e vice em R$ 162 mil por irregularidades na Eleição Suplementar

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O ministro Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, do Tribunal Superior Eleitoral, votou por condenar parcialmente o governador do Tocantins, Mauro Carlesse (PSL) e o vice-governador, Wanderlei Barbosa (Sem partido) por supostas irregularidades na Eleição Suplementar de 2018. Carvalho Neto é o relator de dois processos contra a chapa formada por Carlesse e Wanderlei para aquela eleição, na época ambos eram do PHS.

Nos dois casos, o ministro entendeu que o governador e o vice se beneficiaram de condutas vedadas durante o período eleitoral e que por isso deveriam pagar multas relativas aos dois processos que, somadas, chegam a cerca de R$ 162 mil. Apesar disso, ele entendeu que as condutas não foram graves o suficiente para justificar tornar os dois inelegíveis. Por isso, o ministro não atendeu o pedido do Ministério Público Eleitoral para que eles perdessem os direitos políticos.

G1 procurou o Palácio Araguaia que informou que “só irá se pronunciar após o fim do julgamento”, declarou. Na época em que o MP Eleitoral entrou com o processo, o Governador disse que todas as ações da campanha foram pautadas na legalidade e que tinha certeza que o desfecho do processo seria positivo.

Em uma das ações, a acusação era de que eles tinham exonerado cerca de dois mil funcionários públicos temporários, sem justa causa, no período em que a legislação não permite. Na outra, a questão era a publicação de um vídeo com a então presidente da Agência Tocantinense de Saneamento (ATS), Roberta Castro, nas páginas oficiais do governo. Na filmagem, eram apresentadas obras de perfuração de poços artesianos no interior do Tocantins.

O voto do relator agora será submetido aos outros seis ministros do TSE que têm até o próximo dia 6 de maio para se manifestar contra ou a favor do entendimento de Tarcísio Vieira de Carvalho Neto. A votação é em plenário virtual, sem discussões por videoconferência ou presenciais.

Os processos foram movidos pelo MP eleitoral ainda em 2018. Na época o pedido era para que o governador e o vice perdessem os cargos, mas como o mandato terminou antes da questão ser decidida, o pedido passou a ser pela inelegibilidade.

A Eleição Suplementar daquele ano foi convocada por causa da cassação do então governador Marcelo Miranda (MDB), também por irregularidades durante campanhas eleitorais e também por decisão do TSE. Carlesse e Wanderlei acabaram vencendo três ciclos eleitorais no mesmo ano, já que levaram a maioria dos votos no primeiro e no segundo turno da Eleição Suplementar e foram reeleitos em primeiro turno nas Eleições Gerais daquele ano.

Com informações do G1 Tocantins

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MPTO investiga caso de idoso que teria deixado de receber segunda dose de vacina contra Covid-19 porque a aplicação já estava registrada em seu cartão

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O Ministério Público do Tocantins (MPTO), por meio da 27ª Promotoria de Justiça da Capital, instaurou procedimento para apurar situação envolvendo um idoso de 67 anos que teria deixado de receber a segunda dose da vacina contra Covid-19 porque a aplicação estaria indevidamente registrada no seu cartão de vacinas. Ao instaurar o procedimento, o MPTO requisitou informações ao secretário de Saúde de Palmas sobre o caso, que foi noticiado na imprensa no último domingo, 2.

Ao titular da Semus, foi requerida cópia integral do procedimento administrativo instaurado pela secretaria para averiguar este caso, bem como dados do registro da vacina aplicada, cópia do cartão de vacina do idoso, escalas dos servidores do dia em que a vacinação foi registrada e prontuário atualizado do servidor que teria aplicado o imunizante.

Também é questionado pelo MPTO qual será a conduta da Semus com relação ao idoso, que informa estar com a segunda dose descoberta, bem como se existem outras reclamações no mesmo sentido. O prazo estabelecido para resposta foi de 10 dias.

Está atuando no procedimento a promotora de Justiça Araína Cesárea D’Alessandro, da área de defesa da saúde.

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